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	<title>Ornitorrincos D. – Blog &#187; Tipografia</title>
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		<title>Classificação Tipográfica: Góticos ou Fraktur</title>
		<link>http://blog.ornitorrincos.com/2009/03/10/classificacao-tipografica-goticos-ou-fraktur/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 05:40:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>macki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tipografia]]></category>
		<category><![CDATA[blackletter]]></category>
		<category><![CDATA[classificação de tipos]]></category>
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Buenas, para o segundo e atrasadíssimo post sobre classificação de tipos, vamos falar sobre os fraktur, blackletter ou góticos. Na verdade, o nome Fraktur se refere a um subtipo de caracteres góticos do qual acabou sendo derivada uma família de fontes com esse mesmo nome.

Origens
Não é o início mais criativo de um post sobre classificação [...]]]></description>
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<div><img class="alignnone size-large wp-image-106" title="fette-tit" src="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2009/03/fette-tit-365x63.png" alt="fette-tit" width="365" height="63" /></div>
<p> </p>
<p>Buenas, para o segundo e atrasadíssimo post sobre classificação de tipos, vamos falar sobre os fraktur, blackletter ou góticos. Na verdade, o nome Fraktur se refere a um subtipo de caracteres góticos do qual acabou sendo derivada uma família de fontes com esse mesmo nome.<br />
<span id="more-98"></span></p>
<h3>Origens</h3>
<p>Não é o início mais criativo de um post sobre classificação tipográfica, mas, enfim. Os tipos góticos foram provavelmente os primeiros caracteres impressos na história ocidental – a origem mais remota deles está na escrita carolíngia, criada na época de Carlos Magno. Esse tipo de letra tinha uma leitura boa, mas era demorado de ser desenhado pelos monges e ocupava muito espaço – os caracteres então começaram a ser apertadas cada vez mais entre si, especialmente na França e nos Países Baixos. Quando Gutenberg imprimiu seu primeiro livro (a Bíblia, lembram?), usou um tipo gótico também conhecido como&nbsp;textualis. </p>
<p>Essa forma de tipos logo foi derrubada na maior parte da Europa pelos tipos humanistas, miuto mais fáceis de ler e mais de acordo com a própria época; no entanto, é curioso que na Alemanha esse tipo foi usado intensamente até o início do século XX. Durante o Terceiro Reich, com o super-ultra-nacionalismo do Hitler e a caça a tudo que não fosse eminentemente “ariano”, os tipos góticos tiveram um pequeno ressurgimento também (sobre o assunto, <a href="http://www.designobserver.com/archives/entry.html?id=37344">dá uma olhada no Design&nbsp;Observe</a>r).</p>
<div id="attachment_104" class="wp-caption alignnone" style="width: 320px"><img class="size-full wp-image-104" title="espécime de minúsculas carolíngias" src="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2009/03/carolingianminuscule.jpeg" alt="espécime de minúsculas carolíngias" width="310" height="148" /><p class="wp-caption-text">espécime de minúsculas&nbsp;carolíngias</p></div>
<p> </p>
<h3>Subtipos</h3>
<p>É bastante difícil achar recursos decentes sobre algumas categorias de tipos – entre elas, o nosso assunto de agora, tipos góticos. Na <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Blackletter">Wikipédia em inglês</a> tem uma subcategorização; nada contra a Wiki, mas não me sinto muito confortável em postar aqui informação de uma só fonte. Ao mesmo tempo, achei interessante, porque nem na pesquisa inicial tinha visto esse nível de&nbsp;detalhe. </p>
<p> </p>
<div id="attachment_107" class="wp-caption alignnone" style="width: 375px"><img class="size-medium wp-image-107" title="alguns espécimes de tipos blackletter comparados a caracteres atuais" src="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2009/03/gebrochene_schriften-365x365.png" alt="alguns espécimes de tipos blackletter comparados a caracteres atuais" width="365" height="365" /><p class="wp-caption-text">alguns espécimes de tipos blackletter comparados a caracteres&nbsp;atuais</p></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Enfim, sem mais delongas, o primeiro dos subtipos é o <em>textualis</em>, que já citamos como sendo o usado por Gutenberg na primeira Bíblia (mais especificamente, a fonte usada nesse trabalho foi chamada de Donatus-Kalendar ou D-K). Suas características são essencialmente de letras cáligráficas, fato que eventualmente levou ao abandono desse tipo de fonte gótica para a impressão. A <em>textualis </em>era usada principalmente na&nbsp;França. </p>
<p>Schwabacher foi o primeiro tipo gótico usado na Alemanha, mas, pouco tempo depois, foi quase que inteiramente substituído pelos tipos Fraktur, que foram populares a ponto de qualquer tipo gótico poder ser chamado de Fraktur&nbsp;atualmente.</p>
<p>Havia ainda a escrita cursiva em blackletter e as variações regionais, com destaque para a Rotunda&nbsp;italiana.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<h3>Características</h3>
<p><strong><img class="alignnone size-medium wp-image-109" title="fette-anat" src="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2009/03/fette-anat-365x117.png" alt="fette-anat" width="365" height="117" /></strong></p>
<p>Como um dos nomes atribuídos aos tipos góticos sugere, uma das características principais dessas fontes é a impressão de fragmentação, de que as letras estão como que “fraturadas”, quando você compara a espécimes carolíngios ou humanistas. Outro dos nomes dados mostra outra característica: blackletter, ou letra preta em uma tradução literal – os blocos de texto sempre ficavam maciços, formando uma mancha bastante escura e densa na página. Uma coisa interessante, e que depois se torna importante para diferenciar tipos humanistas de tipos garaldes, é reparar no e minúsculo: a barra horizontal da letra (como está ali no espécime de baixo) é inclinada, o que na esmagadora maioria das vezes funciona como indicador de uma forte influência manuscrita na fonte (com uma pena, é mais fácil fazer essa barra fina  inclinada do que perfeitamente&nbsp;reta).</p>
<p> </p>
<div id="attachment_110" class="wp-caption alignnone" style="width: 145px"><img class="size-full wp-image-110" title="o e da fette fraktur, com o eixo da pena bem marcado" src="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2009/03/fette-anat2.png" alt="o e da fette fraktur, com o eixo da pena bem marcado" width="135" height="179" /><p class="wp-caption-text">o e da fette fraktur, com o eixo da pena bem&nbsp;marcado</p></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Obviamente perdi a referência, mas em um teste feito em língua inglesa sobre a legibilidade desses tipos atualmente dizem que a velocidade de leitura diminuía “apenas” 15%. Isso corroboraria a idéia de que os tipos blackletter eram tão fáceis de ser lidos por alemães de 1500 quanto uma fonte sem serifa é lida por nós atualmente. Eu, particularmente, fico um pouco agonizante ao tentar ler mais do que três palavras nesse tipo de fonte, mas, enfim, concordo que ela fica bastante bonita em certos momentos. Existe inclusive o livro (extremamente bem feito e bonito) <a href="http://www.fraktur-mon-amour.de/en/">Fraktur, Mon&nbsp;Amour</a>.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Sobre os tipos fraktur infelizmente essa foi toda a informação que consegui encontrar. Há ainda alguns detalhes que eu achei que não valiam à pena colocar, especialmente pelo fato de não conseguir nem boas fontes nem encontrar espécimes que pudessem exemplificar essa categoria. Se mais pra frente eu conseguir material bom sobre o assunto, coloco&nbsp;aqui.</p>
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		<title>Classificação Tipográfica: parte I</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 21:36:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>macki</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tipografia]]></category>
		<category><![CDATA[classificação de tipos]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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Desde que publiquei no Issuu o trabalho sobre tipografia de uma cadeira da faculdade, tenho recebido muitos bookmarks e até avaliações e comentários positivos, além de uma singela citação em um blog português. Imagino que isso signifique que haja uma certa demanda por esse tipo de informação, então, nas próximas sextas-feiras vou publicar aqui um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-75" title="capa" src="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2009/03/capa-365x340.jpg" alt="capa" width="365" height="340" /></p>
<p> </p>
<p>Desde que publiquei no <a href="http://issuu.com/">Issuu</a> o <a href="http://issuu.com/macki/docs/type">trabalho sobre tipografia de uma cadeira da faculdade</a>, tenho recebido muitos bookmarks e até avaliações e comentários positivos, além de uma <a href="http://www.joaobem.biz/blog/teoria-de-tipografia-em-livro-digital/">singela citação</a> em um blog português. Imagino que isso signifique que haja uma certa demanda por esse tipo de informação, então, nas próximas sextas-feiras vou publicar aqui um post sobre classificação de tipos. Na verdade, minha proposta vai ser aprofundar o trabalho da faculdade, colocando mais espécimes e tentando achar mais informações – em português, sempre que possível, mas me lembro que maior parte dos recursos estava em inglês ou francês, com alguma coisa em&nbsp;espanhol.</p>
<p>Abrirei o primeiro post do assunto falando sobre algo que foi difícil de compreender na época do trabalho: os métodos de classificação. pode parecer bobo, mas a coisa toda não é muito padronizada, e em termos de material acadêmico achei muito pouca informação. Minha primeira inclinação era seguir a Grande Bíblia (aka <em>Elementos do Estilo Tipográfico</em>) do Robert Bringhurst, mas, lendo a passagem sobre classificação, os conceitos ficam um pouco difusos, por causa da hippongagem do autor – e não entendam isso no mau sentido: bringhurst é o cara, mas o jeito totalmente lindo e poético dele tratar os tipos às vezes&nbsp;atrapalha.</p>
<p>Então, um pouco pela <a href="http://www.designwritingresearch.org/">Ellen Lupton</a> e muito pelo<a href="http://ilovetypography.com"> Johno do ilovetypography.com</a>, cheguei na classificação&nbsp;Vox-ATyPI.</p>
<p><span id="more-72"></span></p>
<h3>Classificação&nbsp;Vox-ATyPI</h3>
<p>Tudo começou com o tipógrafo e pesquisador francês Maximilien Vox, que em 1954 criou um sistema que classificava todos os tipos em 9 grandes categorias:  humanistas, garaldes, transicionais, didones, egípcias, lineares, cinzeladas, cursivas e manuais. Alguns anos depois, no final da década de 60, a <a href="http://www.atypi.org/">ATyPI</a> (Association Typographique Internationale), adicionou duas categorias: fraktur e não-latinas. Nos próximos posts irei falar de cada um desses grupos de uma forma mais&nbsp;aprofundada.</p>
<p>Na minha opinião, essa classificação tem pontos positivos, como a organização principalmente histórica das fontes – e a época em que um tipo é feito diz muito sobre ele. Também, discordo totalmente do Paulo Heitlinger, que <a href="http://tipografos.net/glossario/classifica%E7%E3o-tipos.html">neste artigo</a> diz que os benefícios da classificação de tipos são quase nulos e não são de forma alguma práticos – com o volume sempre crescente de novas fontes, é necessário algum tipo de metadado em cima delas, que possa dizer, a priori, algo sobre ela, sem que você precise ficar passando uma a uma das opcões. Na verdade, como designer, tenho certeza de que meu trabalho seria consideravelmente mais difícil se sempre que quisesse procurar algum tipo novo para um trabalho tivesse que procurar pela minha biblioteca pessoal ou por sites como o <a href="http://www.myfonts.com">Myfonts</a> sem poder recorrer a alguma informação como “fonte serifada, mais ou menos parecida com a garamond”. E, como a classificação tem suas categorias fundamentadas em características históricas, pode fazer mais sentido (conceitualmente falando) escolher o revival digital de uma humanista do que uma linear grotesca para diagramar um livro sobre <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Música_profana">música profana</a> (ou seja, música não-sacra pré-renascença). Um exemplo um pouco mais prosaico pode ser encontrado no <a href="http://typophile.com/node/42550">fórum do&nbsp;typophile</a>.</p>
<p>A classificação Vox-ATyPI é atualmente a mais usada – o que, na verdade, não significa tanto assim, pois voltando ao meu problema no início do trabalho, a maior parte das publicações usa métodos diferentes entre si e que fazem pouco sentido quando justapostos. O curioso é que frequëntemente esses métodos são na verdade derivações: por exemplo, a Ellen Lupton, no Pensar com Tipos, por exemplo, mostra vários tipos de fontes e as classifica a grosso modo seguindo períodos históricos, citando tipos humanistas e a relação deles com o corpor, seguidos por uma abstração que cresce até chegar em fontes “deformadas” como Didot, Bodoni e Clarendon. O British Standard 2961 (BS 2961:1967) é outro exemplo, também muito similar á classificação de&nbsp;Vox.</p>
<h3>Catherine&nbsp;Dixon</h3>
<p>Em 2002, no entanto, em <a href="http://www.stbride.org/friends/conference/twentiethcenturygraphiccommunication/TypefaceClassification.html">um artigo científico</a>, a historiadora de tipografia Catherine Dixon trouxe à tona um fato: o sistema que, essenecialmente, é o mais usado internacionalmente, tem mais de 40 anos de existência e não foi atualizado desde 1967. Além disso, o foco ficou em uma parcela consideravelmente pequena das fontes existentes: tipos de texto para línguas latinas, com raízes romanas. Temos uma categoria para garaldes e uma categoria para transicionais, mas as diferenças entre elas é de uma sutileza bastante grande – na verdade, durante a pesquisa, achei autores que classificavam a Caslon como garalde e outros que a classificavam como transicional, para citar apenas um exemplo. Já as fontes sem serifa são todas agrupadas em um grande termo guarda-chuva de linear, dentro do qual são inseridas algumas subcategorias – cursivas e manuais passam pelo mesmo problema, mas sem sequer as subcategorias. E, por último, uma das atualizações feitas pela ATyPI, coloca todos os tipos de culturas diferentes da ocidental judaico-cristã sob o o grupo não-latinas; ou seja, ficam juntas fontes de caracteres árabes, círilicos, gregos, japoneses, chineses e por aí&nbsp;vai.</p>
<p>Dixon, após fazer a crítica, expõe os argumentos de uma categorização baseada em origem histórica (renascença, iluminismo, art nouveau, por exemplo), características formais (modulação do traço, forma, proporção, dentre outros) e padrões (agrupamentos por similaridades de entrecruzamentos de origem com características formais). Ela ainda montou um diagrama explicando a categorização de uma fonte específica, que estou postando aqui – particularmente, a qualidade da imagem é meio ruim e o diagrama em si muito complexo, mas ainda assim válido como tentativa de expressar visualmente o sistema. Infelizmente, não achei nada mais sobre ela na internet, nem nenhum artigo de outra pessoa desenvolvendo mais a idéia, que a ela própria comentava estar ainda&nbsp;imatura.</p>
<p><a href="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2009/03/visualoverview.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-73" title="visualoverview" src="http://blog.ornitorrincos.com/wp-content/uploads/2009/03/visualoverview-365x500.jpg" alt="visualoverview" width="365" height="500" /></a></p>
<p>Então, isto fecha a primeira parte da classificação tipográfica. Na próxima sexta irei postar sobre tipos fraktur ou blackletter, que aqui no brasil são às vezes chamados de góticos – algo particularmente confuso qando você vê que gothic é quase sempre atribuído a tipos sem serifa (<a href="http://new.myfonts.com/fonts/bitstream/news-gothic/">News Gothic</a> e <a href="http://new.myfonts.com/fonts/bitstream/franklin-gothic/">Franklin Gothic</a>, por exemplo), motivo que me leva a não querer usar a palavra nem para um nem para o outro tipo de&nbsp;fonte.</p>
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